Hokusai — Obras selecionadas

Katsushika Hokusai — @hokusai

Exposição Xibit360 · Curated by Xibit360

Katsushika Hokusai reinventou-se continuamente por setenta anos. Esta sala reúne quinze de suas gravuras, desde o delicado surimono de cerca de 1800 até a Grande Onda e o Fuji Vermelho das Trinta e Seis Vistas do Monte Fuji, suas imagens de fantasmas e suas ilustrações de poesia clássica da década de 1830. Provenientes das coleções de acesso aberto do Art Institute of Chicago e do Cleveland Museum of Art; todas as imagens estão em domínio público.

Tsukasa e Outras Cortesãs da Ogiya Observando a Lua de Outono Nascer Sobre os Campos de Arroz de uma Varanda no Yoshiwara — Katsushika Hokusai
›
No. 01

Tsukasa e Outras Cortesãs da Ogiya Observando a Lua de Outono Nascer Sobre os Campos de Arroz de uma Varanda no Yoshiwara

Katsushika Hokusai — 1799

Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

Ver detalhes×Ver detalhes

Tsukasa e Outras Cortesãs da Ogiya Observando a Lua de Outono Nascer Sobre os Campos de Arroz de uma Varanda no Yoshiwara

Katsushika Hokusai — 1799

Gomeirō é outro nome para a elegante casa de chá Ōgi-ya (Casa dos Leques) no distrito de Yoshiwara, em Edo (atual Tóquio). Duas cortesãs, cada uma acompanhada por uma gueixa e um shinzō (aprendiz de cortesã), observam a lua cheia de outono enquanto ela se ergue sobre os arrozais ao redor. A elegância dos trajes fluidos das mulheres e a serenidade da noite com uma lua prateada cheia contribuem para a atmosfera poética deste surimono, uma impressão comissionada de forma privada, geralmente acompanhada de texto — aqui, um poema, que diz: Que vivacidade! Gueixa, shinzō e bufões enchem a sala, todos convidados da lua.

21 × 56.6 cm · Surimono; color woodblock print

Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

A poetisa Ono no Komachi, da série "Os seis poetas imortais (Rokkasen)" — Katsushika Hokusai
‹›
No. 02

A poetisa Ono no Komachi, da série "Os seis poetas imortais (Rokkasen)"

Katsushika Hokusai — 1805

Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

Ver detalhes×Ver detalhes

A poetisa Ono no Komachi, da série "Os seis poetas imortais (Rokkasen)"

Katsushika Hokusai — 1805

Poetas famosos da era clássica do Japão têm sido agrupados em conjuntos há séculos, provavelmente como forma de ensinar seus escritos. A poeta Ono no Komachi foi a única mulher entre os Seis Poetas Imortais, comemorada em uma série de gravuras por Katsushika Hokusai. Ela nasceu no século IX, e muito pouco é conhecido sobre ela. Os relatos sobre Komachi variam: alguns a reverenciam como uma poetisa talentosa e uma beleza incomparável, enquanto outros a retratam como uma velha empobrecida e pouco atraente. Aqui, ela está vestida com trajes de corte do século IX enquanto olha por cima do ombro de trás de uma tela de pé. No poema, Komachi sutilmente lamenta a inconstância do amor de um homem, comparando a mudança na cor de uma flor às mudanças no coração de alguém: O que desbota Mas não se vê em cor Está na flor No coração daquela pessoa No meu mundo. (Tradução por Roy E. Teele) Text: Art Institute of Chicago, CC BY 4.0 (translated)

38 × 26 cm · Color woodblock print; oban

Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

Cesta de Peônias — Katsushika Hokusai
‹›
No. 03

Cesta de Peônias

Katsushika Hokusai — 1810

Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

Ver detalhes×Ver detalhes

Cesta de Peônias

Katsushika Hokusai — 1810

Um surimono é uma impressão encomendada de forma privada para anunciar ou comemorar um evento especial. Esta imagem celebra um evento na vida do ator Ichikawa Danjuro VII, cujo emblema era a peônia. De acordo com a tradição japonesa, a peônia—uma das flores das quatro estações—é a flor do verão.

38.3 × 52.1 cm · color woodblock print; surimono

Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

A Grande Onda de Kanagawa (Kanagawa oki nami ura), também conhecida como A Grande Onda, da série "Trinta e seis vistas do monte Fuji (Fugaku sanjurokkei)" — Katsushika Hokusai
‹›
No. 04

A Grande Onda de Kanagawa (Kanagawa oki nami ura), também conhecida como A Grande Onda, da série "Trinta e seis vistas do monte Fuji (Fugaku sanjurokkei)"

Katsushika Hokusai — 1825

Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

Ver detalhes×Ver detalhes

A Grande Onda de Kanagawa (Kanagawa oki nami ura), também conhecida como A Grande Onda, da série "Trinta e seis vistas do monte Fuji (Fugaku sanjurokkei)"

Katsushika Hokusai — 1825

A muito celebrada série de Katsushika Hokusai, Trinta e Seis Vistas do Monte Fuji (Fugaku sanjûrokkei), foi iniciada em 1830, quando o artista tinha 70 anos. Esta série impressionante estabeleceu a popularidade das impressões de paisagens, algo que continua até hoje. Talvez o mais marcante na série seja o uso abundante por Hokusai do pigmento azul de Berlim, então recentemente acessível, presente em muitas composições na cor do céu e da água. O Monte Fuji é o protagonista em cada cena, visto de longe ou de perto, sob diferentes condições climáticas e estações, e de todas as direções. A imagem mais famosa do conjunto é a "Grande Onda" (Kanagawa oki nami ura), na qual um diminuto Monte Fuji pode ser visto ao longe sob a crista de uma onda gigante. As três impressões da Grande Onda de Hokusai no Art Institute são todas impressões posteriores ao primeiro estado do design. Text: Art Institute of Chicago, CC BY 4.0 (translated)

25.4 × 37.6 cm · Color woodblock print; oban

Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

Chuva súbita abaixo do topo (Sanka hakuu), da série "Trinta e seis vistas do monte Fuji (Fugaku sanjurokkei)" — Katsushika Hokusai
‹›
No. 05

Chuva súbita abaixo do topo (Sanka hakuu), da série "Trinta e seis vistas do monte Fuji (Fugaku sanjurokkei)"

Katsushika Hokusai — 1825

Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

Ver detalhes×Ver detalhes

Chuva súbita abaixo do topo (Sanka hakuu), da série "Trinta e seis vistas do monte Fuji (Fugaku sanjurokkei)"

Katsushika Hokusai — 1825

Katsushika Hokusai (1760-1849) é considerado um dos maiores artistas da história do Japão e um dos mestres mais importantes da xilogravura japonesa. A obra mais famosa de Hokusai é a série Fugaku sanju-rokkei (Trinta e Seis Vistas do Monte Fuji), criada entre 1830 e 1832, quando o artista tinha mais de setenta anos. Esta brilhante série na verdade consiste em quarenta e seis vistas da famosa montanha: as dez cenas extras foram adicionadas por Hokusai às trinta e seis vistas iniciais. A engenhosidade da expressão artística e a incrível variedade de pontos de vista a partir dos quais o Monte Fuji é observado são um testemunho da criatividade de Hokusai. O Monte Fuji, conhecido como "Fuji-san", é a montanha mais alta do Japão, com uma altura de 3.776 metros. Um vulcão ativo em outros tempos, sua última grande erupção ocorreu em 1707. Muito antes da época de Hokusai, o Monte Fuji já era venerado como uma montanha sagrada, e em sua época era um destino para peregrinos de todo o Japão. Embora conhecido por suas composições inéditas e dinâmicas, a maior força de Hokusai era sem dúvida seu notável talento para o desenho. Como colorista, ele era capaz de ser tanto ousado quanto sensível, e grande parte de seu sucesso dependia de sua combinação criteriosa de um desenho excepcional e cores deslumbrantes. Aqui, a montanha é mostrada com céus claros em seu cume e uma tempestade próxima à sua base. A combinação dos elegantes lados inclinados do vulcão e as linhas afiadas e irregulares dos raios na parte inferior resulta em uma imagem de grande simplicidade e força visual. Text: Art Institute of Chicago, CC BY 4.0 (translated)

25.7 × 37.6 cm · Color woodblock print; oban

Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

Kohada Koheiji, da série "Cem contos de fantasmas (Hyaku monogatari)" — Katsushika Hokusai
‹›
No. 06

Kohada Koheiji, da série "Cem contos de fantasmas (Hyaku monogatari)"

Katsushika Hokusai — 1826

Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

Ver detalhes×Ver detalhes

Kohada Koheiji, da série "Cem contos de fantasmas (Hyaku monogatari)"

Katsushika Hokusai — 1826

Esta assustadora impressão ilustra a história de Kohada Koheiji, um ator de Kabuki que foi afogado pelo amante de sua esposa, mas que mais tarde voltou para assombrar o casal. O conto era popular no século XVIII, inspirando eventualmente um romance e várias peças de Kabuki. Aqui, o fantasma esquelético de Kohada Koheiji puxa a cortina do mosquiteiro e observa assustadoramente o casal adormecido em sua cama. A coleção do Instituto de Arte possui uma das edições mais bem preservadas e apreciadas da série Cem Contos de Fantasmas de Katsushika Hokusai (1831–32). O artista aparentemente planejou produzir uma centena de imagens, mas a série não foi concluída e apenas cinco gravuras são conhecidas. O título refere-se a um jogo em que as pessoas se reuniam à noite para contar histórias de terror, apagando uma vela após cada conto até que a sala ficasse completamente escura. Estas obras de pequeno formato apresentam uma cor azul-viva possibilitada pelo pigmento azul de Berlim (muitas vezes chamado de “azul da Prússia”), que se tornara acessível pouco antes de sua produção. Embora este tom possa nos parecer alegre, o público original de Hokusai teria associado a cor à morte e ao oculto. Text: Art Institute of Chicago, CC BY 4.0 (translated)

25.6 × 18.1 cm · Color woodblock print; chuban

Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

Abe no Nakamaro, sétimo poeta da série Cem poemas de cem poetas explicados pela ama — Katsushika Hokusai
‹›
No. 07

Abe no Nakamaro, sétimo poeta da série Cem poemas de cem poetas explicados pela ama

Katsushika Hokusai — 1830

Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

Ver detalhes×Ver detalhes

Abe no Nakamaro, sétimo poeta da série Cem poemas de cem poetas explicados pela ama

Katsushika Hokusai — 1830

O poeta do século VIII, Abe no Nakamaro, acompanhado por atendentes chineses, está em uma colina na China olhando em direção ao seu país natal, o Japão, para o qual nunca retornou. No poema inscrito em um cartucho no canto superior direito, ele se pergunta se a lua é a mesma que havia visto no Monte Mikasa em Nara. Nakamaro, que foi enviado à China como um jovem estudante e diplomata, passou mais de cinquenta anos lá. Devido a tempestades violentas no mar, suas duas tentativas de retornar ao Japão falharam. Hokusai colocou apenas o reflexo da lua no mar para evitar ser muito óbvio. Text: Art Institute of Chicago, CC BY 4.0 (translated)

24.9 × 36.4 cm · Color woodblock print; yoko oban

Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

Vento Sul, Céu Claro, de Trinta e seis vistas do monte Fuji — Katsushika Hokusai
‹›
No. 08

Vento Sul, Céu Claro, de Trinta e seis vistas do monte Fuji

Katsushika Hokusai — 1830

Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

Ver detalhes×Ver detalhes

Vento Sul, Céu Claro, de Trinta e seis vistas do monte Fuji

Katsushika Hokusai — 1830

O Monte Fuji, a montanha mais alta do Japão, aparecia na maioria da literatura de viagem japonesa do século XIX. Mapas às vezes mostravam sua localização com um ícone em forma de Fuji e indicavam onde os viajantes poderiam ter a melhor visão dela. Entre 1829 e 1833, Hokusai criou uma série de gravuras retratando trinta e seis vistas da montanha, incluindo esta, às vezes conhecida como "Fuji Vermelho." A estação nesta cena é um período entre o final do verão e o início do outono, quando a montanha adquire um tom avermelhado.

25.6 × 37.5 cm · color woodblock print

Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

Uma Vista do Monte Fuji e Viajantes por uma Ponte — Katsushika Hokusai
‹›
No. 09

Uma Vista do Monte Fuji e Viajantes por uma Ponte

Katsushika Hokusai — 1830

Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

Ver detalhes×Ver detalhes

Uma Vista do Monte Fuji e Viajantes por uma Ponte

Katsushika Hokusai — 1830

Aqui, o Monte Fuji é visto através dos campos conhecidos como Nakahara, próximos à estrada Tōkaidō (a principal rota ao longo da costa leste entre Edo e Kyoto). No primeiro plano, está o telhado de palha de um santuário e uma estátua de pedra na margem do riacho.

25.1 × 37.8 cm · color woodblock print

Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

Mansão dos Pratos (Sara yashiki), da série "Cem contos de fantasmas (Hyaku monogatari)" — Katsushika Hokusai
‹›
No. 10

Mansão dos Pratos (Sara yashiki), da série "Cem contos de fantasmas (Hyaku monogatari)"

Katsushika Hokusai — 1831

Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

Ver detalhes×Ver detalhes

Mansão dos Pratos (Sara yashiki), da série "Cem contos de fantasmas (Hyaku monogatari)"

Katsushika Hokusai — 1831

Esta gravura ilustra a lenda de uma mulher assassinada por seu marido porque acidentalmente quebrou pratos. Seu corpo e os pedaços dos pratos foram jogados em um poço, mas seu fantasma voltou todas as noites para assombrá-lo na forma assustadora vista aqui. A coleção do Art Institute possui uma das edições mais bem preservadas e apreciadas da série Cem Contos de Fantasmas de Katsushika Hokusai (1831–32). O artista aparentemente planejava produzir cem imagens completas, mas a série não foi concluída e apenas cinco gravuras são conhecidas. O título refere-se a um jogo em que as pessoas se reuniam à noite para contar histórias assustadoras, apagando uma vela após cada conto até que a sala ficasse completamente escura. Estas obras em formato pequeno apresentam uma cor azul brilhante possibilitada pelo pigmento azul de Berlim (frequentemente chamado de "azul da Prússia"), que se tornou acessível pouco antes de sua produção. Embora esse tom possa nos parecer alegre, o público original de Hokusai o associaria à morte e ao oculto. Text: Art Institute of Chicago, CC BY 4.0 (translated)

25.5 × 18.6 cm · Color woodblock print; chuban

Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

A coletora de juncos, da série Verdadeiro espelho de poemas chineses e japoneses — Katsushika Hokusai
‹›
No. 11

A coletora de juncos, da série Verdadeiro espelho de poemas chineses e japoneses

Katsushika Hokusai — 1834

Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

Ver detalhes×Ver detalhes

A coletora de juncos, da série Verdadeiro espelho de poemas chineses e japoneses

Katsushika Hokusai — 1834

O tema deste design pode estar relacionado a um poema de 1309 que contém as seguintes linhas: Quando eu estava cortando caudas de cavalo, A lua de outono apareceu, Brilhando através das árvores no Monte Sonahara.

52.1 × 23 cm · color woodblock print

Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

O Ministro Tōru Daijin em Pé ao Lado de um Lago sob a Lua Crescente, da série Verdadeiro espelho de poemas chineses e japoneses — Katsushika Hokusai
‹›
No. 12

O Ministro Tōru Daijin em Pé ao Lado de um Lago sob a Lua Crescente, da série Verdadeiro espelho de poemas chineses e japoneses

Katsushika Hokusai — 1834

Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

Ver detalhes×Ver detalhes

O Ministro Tōru Daijin em Pé ao Lado de um Lago sob a Lua Crescente, da série Verdadeiro espelho de poemas chineses e japoneses

Katsushika Hokusai — 1834

Um ministro de alto escalão, Toru (822–895) era filho de um imperador. Nesta cena, ele desfruta da companhia de dois outros homens em seu jardim paisagístico com vista para a água. Aqui, Hokusai pode ter ilustrado um poema de Toru que menciona barcos flutuando na água sob o brilhante luar, sombreados pelos pinheiros.

52 × 23 cm · color woodblock print

Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

Poema de Minamoto no Muneyuki da série Cem poemas de cem poetas explicados pela ama — Katsushika Hokusai
‹›
No. 13

Poema de Minamoto no Muneyuki da série Cem poemas de cem poetas explicados pela ama

Katsushika Hokusai — 1835

Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

Ver detalhes×Ver detalhes

Poema de Minamoto no Muneyuki da série Cem poemas de cem poetas explicados pela ama

Katsushika Hokusai — 1835

Katsushika Hokusai desenhou esta série de impressões sob a perspectiva de uma ama confusa que tenta ilustrar a poesia clássica, mas perde as sutis alusões. Essa interpretação cria o que seria considerado uma desconexão cômica entre o poema e a imagem. O poema nesta impressão lê-se da seguinte forma: Na aldeia montanhosa, é no inverno que minha solidão mais aumenta, quando penso em como secaram, tanto as ervas quanto às visitas das pessoas. —Tradução de Joshua Mostow. Enquanto o nobre Minamoto no Muneyuki (falecido em 939) escrevia sobre ervas secas, a ama imagina, em vez disso, uma cena animada de caçadores se aquecendo ao redor de uma fogueira.

24.2 × 35.3 cm · Color woodblock print

Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

Poema do Imperador Sanjo, da série Cem poemas de cem poetas explicados pela ama — Katsushika Hokusai
‹›
No. 14

Poema do Imperador Sanjo, da série Cem poemas de cem poetas explicados pela ama

Katsushika Hokusai — 1835

Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

Ver detalhes×Ver detalhes

Poema do Imperador Sanjo, da série Cem poemas de cem poetas explicados pela ama

Katsushika Hokusai — 1835

Um sacerdote ergue um gohei, um implemento ritual com tiras em ziguezague de papel branco anexadas a um bastão, enquanto as figuras ao redor se curvam reverencialmente em uma cerimônia à luz da lua em homenagem ao Imperador Sanjo (976–1017, reinado de 1012–16).

25.6 × 37.3 cm · color woodblock print

Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

Um camponês atravessando uma ponte, da série Verdadeiro espelho de poemas chineses e japoneses — Katsushika Hokusai
‹
No. 15

Um camponês atravessando uma ponte, da série Verdadeiro espelho de poemas chineses e japoneses

Katsushika Hokusai — 1835

Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

Ver detalhes×Ver detalhes

Um camponês atravessando uma ponte, da série Verdadeiro espelho de poemas chineses e japoneses

Katsushika Hokusai — 1835

Um velho camponês retorna após recolher dois feixes de junco, que pendem de uma vara sobre seu ombro. Dos vários poemas sobre a colheita de juncos nas antigas antologias, acredita-se que Hokusai tinha em mente este poema de uma coleção de 1303: Quando eu estava cortando juncos A lua de outono apareceu Brilhando através das árvores No Monte Sonahara. (Traduzido por Matthi Forrer) Nesta série de dez gravuras, o poema relevante não foi incluído no design. Em vez disso, o artista desafiou o amor do público de Edo por enigmas. Os espectadores apreciavam determinar a origem de um poema e seu autor. Text: Art Institute of Chicago, CC BY 4.0 (translated)

50 × 23.2 cm · Color woodblock print; nagaban

Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

Uma exposição criada pela Xibit360 com obras em domínio público. Não tem vínculo com o artista nem com os acervos citados.

Créditos

  • Tsukasa e Outras Cortesãs da Ogiya Observando a Lua de Outono Nascer Sobre os Campos de Arroz de uma Varanda no Yoshiwara

    Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

  • A poetisa Ono no Komachi, da série "Os seis poetas imortais (Rokkasen)"

    Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

  • Cesta de Peônias

    Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

  • A Grande Onda de Kanagawa (Kanagawa oki nami ura), também conhecida como A Grande Onda, da série "Trinta e seis vistas do monte Fuji (Fugaku sanjurokkei)"

    Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

  • Chuva súbita abaixo do topo (Sanka hakuu), da série "Trinta e seis vistas do monte Fuji (Fugaku sanjurokkei)"

    Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

  • Kohada Koheiji, da série "Cem contos de fantasmas (Hyaku monogatari)"

    Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

  • Abe no Nakamaro, sétimo poeta da série Cem poemas de cem poetas explicados pela ama

    Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

  • Vento Sul, Céu Claro, de Trinta e seis vistas do monte Fuji

    Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

  • Uma Vista do Monte Fuji e Viajantes por uma Ponte

    Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

  • Mansão dos Pratos (Sara yashiki), da série "Cem contos de fantasmas (Hyaku monogatari)"

    Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

  • A coletora de juncos, da série Verdadeiro espelho de poemas chineses e japoneses

    Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

  • O Ministro Tōru Daijin em Pé ao Lado de um Lago sob a Lua Crescente, da série Verdadeiro espelho de poemas chineses e japoneses

    Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

  • Poema de Minamoto no Muneyuki da série Cem poemas de cem poetas explicados pela ama

    Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

  • Poema do Imperador Sanjo, da série Cem poemas de cem poetas explicados pela ama

    Acervo: The Cleveland Museum of Art · CC0 · Imagem original ↗

  • Um camponês atravessando uma ponte, da série Verdadeiro espelho de poemas chineses e japoneses

    Acervo: The Art Institute of Chicago · CC0 · Imagem original ↗

Sobre a artista

Katsushika Hokusai (1760–1849) foi um artista japonês do período Edo, mestre das xilogravuras ukiyo-e e um dos artistas mais influentes de qualquer cultura. Ao longo de uma carreira de cerca de setenta anos, trabalhou sob mais de trinta nomes, produzindo pinturas, ilustrações de livros, surimonos e gravuras de paisagens. Sua série Trinta e Seis Vistas do Monte Fuji (c. 1830–32), que inclui A Grande Onda de Kanagawa, fez da paisagem um tema principal das gravuras japonesas e mais tarde cativou artistas na Europa.

Retrato: autorretrato como um homem velho · Domínio público, via Wikimedia Commons

GuiasInício
Em exibição
Hokusai — Obras selecionadas
Katsushika Hokusai
Exposição Xibit360 · Curated by Xibit360
Abrindo as portas…